A Traiçoeira
Fevereiro 6, 2008
Da chuva cai gotículas em forma de medo
Que pluviosamente especulam meus pensamentos
Colorindo no branco, aquarelas em disfarçado
Segredo
Vão, penetram e nutrem as sementes em gestação
No grande mosaico fértil, cacos de desconfiança
E na chaga, a loucura do talvez ou do senão
Consumado
Se a justiça e a confiança são cegas irmãs
Nada resta além do cinza com o cheiro do verde
E quando cessar a distância saberei do amanhã
Ou não
Fevereiro 7, 2008 às 2:57 pm
Hey George!
Esse final “ou não” é muito incerto!
…
Ja leu “Chuva Oblíqua” de Pessoa?
bju!!