A Traiçoeira

Fevereiro 6, 2008

Da chuva cai gotículas em forma de medo
Que pluviosamente especulam meus pensamentos
Colorindo no branco, aquarelas em disfarçado

Segredo

Vão, penetram e nutrem as sementes em gestação
No grande mosaico fértil, cacos de desconfiança
E na chaga, a loucura do talvez ou do senão

Consumado

Se a justiça e a confiança são cegas irmãs
Nada resta além do cinza com o cheiro do verde
E quando cessar a distância saberei do amanhã

Ou não

Uma resposta a “A Traiçoeira”

  1. AR Diz:

    Hey George!
    Esse final “ou não” é muito incerto!

    Ja leu “Chuva Oblíqua” de Pessoa?
    bju!!


Deixe uma resposta